ENEM 2016 - 2ª Aplicação - Caminhos para combater o racismo no Brasil
Enviada em 03/08/2020
O Brasil ainda se mantém entre os países mais racistas do mundo, tanto pela qualidade de vida dada aos negros, quanto a sua objetificação.
O negro sempre foi visto como o marginalizado na maioria dos países, assim como suas criações. Grandes exemplos são : o rap, o hip hop, o jazz e o blues, que sempre era associados á algo marginal, algo ruim, até que brancos “tomaram” seu lugar. Um exemplo é o próprio Eminem, que ficou extremamente famoso nos anos 90 e fez a época de ouro no hip hop, mesmo que antes disso ele fosse extremamente marginalizado. No Brasil não foi muito diferente, estilos musicais como pagode e samba, que eram hostilizados por serem criados nas favelas, onde a população negra está em maioria.
Na realidade atual brasileira, o racismo se mostra evidente e como forma de revolta e de luta, artistas como Djonga e Baco exu do Blues fazem músicas deixando bem claro como o mundo “se perdeu”, onde pessoas assumem ser racistas, objetificam o povo negro e até mesmo pedem para uma reavaliação da escravidão no Brasil. Djonga, na música Hat-trick, recita “E parece que liberaram o preconceito, pelo menos antigamente esses ‘cuzão’ era dicreto” deixando claro essa exposição do ódio. Baco em sua música Bluesman ressalta a marginalização e a objetificação nos trechos “Entenda, Jesus é blues” e “Eles querem o preto com arma pra cima, num clipe na favela gritando cocaína”.
Enfim, por mais que o movimento negro tenha ganhado muito mais força, o povo brasileiro teve um enorme retrocesso intelectual devido á adoração de um líder político que incentiva o ataque moral as minorias. Infelizmente, por ora, não há um solução concreta, já que as medidas são cada vez mais relaxadas.