ENEM 2016 - 2ª Aplicação - Caminhos para combater o racismo no Brasil
Enviada em 17/09/2020
Imprescindível que contemporaneamente ainda há caso de racismos, que leva a considerar e repensar se de fato está no século XXI, sendo mais de 5 séculos passados desde o ano de 1500, na qual a escravidão de negros era “comum”. Necessário repensar condutas sociais, analisar onde estão os direitos humanos propostos pela ONU e nas leis do Estado.
A sociedade em seu modo, tende o costume de passar “geração em geração” o que possuem, inclusive, o racismo. Para se ter uma nova geração, quebrar paradigmas e haver ruptura com o passado, deve-se começar a partir de um novo, começando pelos mais dispostos a aprender que são os alunos, sejam eles quaisquer idades enquanto jovens. Não palestras como hodiernamente, mais inclusão de atividades que interliguem alunos com suas diversificações, inclusive conscientizar dos direitos humanos preestabelecidos pela Organização das Nações Unidas (ONU). Pois, numa pesquisa feita pelo Professor Pier, Físico da Universidade São Paulo, no Brasil o racismo está em primeiro lugar nos casos de preconceitos nas escolas.
Além disso, racismo é crime, o Estado necessita rispidez com estes casos, devendo aprovar projetos que o indivíduo que comete o ato seja penalizado, seja detido ou indenização. A mídia é um forte poder contemporaneamente, podendo recorrente através destas propagar que racismo é crime, estando atentos e dispostos e o indivíduo possa prestar contas, fazendo que ele se abstenha de seus preconceitos.
Desse modo, através de práticas e intervenções na mente, as atitudes da sociedade pode haver mudanças, dando um passe grande para assim diminuindo até erradicar o preconceito estabelecido no Brasil desde tempos passados, principalmente em favelas brasileiras que domina o número de mortes que chega a mais de 45% de mortes de negros, de acordo Revista Veja em 2017. Em suma, é dever do Estado e ter seus intermediadores nas escolas, órgãos, entidades dentre outros, sendo fiscais das condutas sociais, não necessariamente controlar, mas que não permita que casos do tipo se repita sem punições. Frisando, como relata o educador Paulo Freire “se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda”, e crer que a sociedade possa mudar estes horizontes racistas e preconceituosos através do conhecimento.