ENEM 2016 - 2ª Aplicação - Caminhos para combater o racismo no Brasil
Enviada em 02/06/2021
Martin Luther King, importante pensador e advogado americano afirmou que: ’’ Eu tenho um sonho, onde meus filhos viverão em uma nação no qual, suas atitudes serão questionadas e não a cor de pele ‘’. Entretanto, no atual contexto social, ainda é muito forte a discriminação racial em sociedade, entre elas no Brasil, por entraves como a negligência estatal e a persistência de legados históricos imorais.
Em primeira análise, compreende-se a função social do papel governamental diante das questões não éticas no cenário comtemporâneo. Acerca do pensamento da filosofa alemã Hannah Arendt, afirma que a massificação da sociedade, no conceito de ’’ banalidade do mal ‘’, formou indivíduos que aceitam as injustiças sociais sem questioná-las. Nessa perspectiva, observa-se que tal pensamento é válido no hodierno, uma vez que o racismo, ainda é alto nas diversas relações sociais, sendo elas no trabalho, escola e nos espaços públicos, dessa forma à problemática acontece como uma normalidade.
Ademais, vale ressaltar a influência histórica na idade moderna, bem como uma raiz dos preconceitos no território brasileiro. O pacto colonial, reconhecido como uma atividade de suma importância economica para os portugueses, teve em sua mão de obra, trabalho escravo de africanos e indigenas, sendo ambos povos escravizados e desvalorizados. Sob tal conjutura, analisá-se na realidade atual o desfavorecimento social das mesmas classes, uma vez que elas pouco tem o poder, de ascender socialmente, e estão entre as mais pobres do país.
Portanto, verifica-se uma possivel solução para este impasse no atual cenário vigente. Sendo assim, compete ao orgão educacional do governo federal, sancionar leis mais rigorosas e democráticas, para as populações brasileiras mais afetadas por esta condição criminal, a fim de valorizar uma sociedade igualitária e a extinção da desigualdade economica, por condições raciais no mercado de trabalho. Desse jeito, haverá uma nação onde somos julgados por nossas ações, e não por nossa cor.