ENEM 2016 - 2ª Aplicação - Caminhos para combater o racismo no Brasil

Enviada em 28/02/2026

No período colonial, os africanos foram trazidos para o Brasil como escravos, eles eram humilhados, chicoteados e discriminados. Desse modo, é possível observar que o preconceito racial perdura-se desde da colonização e que é preciso seguir caminhos para combater o racismo. Nesse viés, é importante ressaltar a discriminação de cor e de costumes africanos como responsável pela intensificação do problema.

Nesse contexto, é notório lembrar da série americana, “Todo mundo odeia o Chris", ele era discriminado por ser o único negro na escola em que estudava e mesmo quando estava em seu bairro, que moravam apenas negros, ele sempre se dava mal. Nessa perspectiva, é compreendido que a história desse garoto assemelha-se com de vários jovens hoje em dia, que enfrentam mais dificuldades do que pessoas brancas. Ademais, o preconceito ele pode ocorrer de duas formas por xingamentos, espancamentos e ofensas, mas também desenvolve-se de forma mascarada como, afastamento e exclusão social. Logo, faz-se necessário uma mudança de atitude.

Em segundo plano, é relevante falar sobre os diversos costumes africanos como, a capoeira, a feijoada e a religião candomblé, esses são apenas alguns e variam de um povo para outro, entretanto, todos esses costumes era alvo de preconceitos pelos europeus. Sob essa ótica, percebe-se que essa rejeição com a cultura africana é antiga e por mais pior que seja existe até hoje. Outrossim, as pessoas preconceituosas muita das vezes aderiram a essa cultura, mas não sabem por falta de conhecimento, por exemplo, o prato de feijoada é muito conhecido no Brasil e é comido por muitos preconceituosos, que podem até saber que tem origem africana, porém não ligam. Nessa conduta, é imprescindível que mude esse cenário

Portanto, a fim de acabar com o preconceito racial e a discriminação da cultura africana, é preciso que as escolas (órgão responsável pela educação do aluno) criem uma matéria sobre a valorização e história de africanos e contratem historiadores para darem aulas semanais. Dessa forma, por meio dessas atitudes os jovens serão mais conscientizados.