ENEM 2016 - 2ª Aplicação - Caminhos para combater o racismo no Brasil
Enviada em 27/08/2021
A Constituição Federal de 1988, em seu artigo 5º, garante ao brasileiro e a qualquer residente no país a inviolabilidade do direito à igualdade. Contudo, nota-se que as taxas de analfabetismo, criminalidade e mortalidade dos negros são maiores. Constata-se, notoriamente que a sociedade brasileira falhou na prática do direito à igualdade.
Em primeiro lugar, observa-se que há uma lei determinada para a punição em casos de crimes resultantes de preconceito a raça ou cor. Trata-se da lei Nº 7.716/89, ela deixa explícito mais uma vez que no Brasil não é permitido o racismo ou qualquer categoria de discriminação. Entretanto, as leis não são respeitadas como deveriam, tornando-se, uma fadiga ao negro trabalhador e honesto que sofre todos os dias uma discriminação diferente.
Em segundo plano, é necessário se sobressair, lutando contra essas discriminações de forma pacífica. Nota-se um grande exemplo de manifestação contra a discriminação racial no contexto americano, trata-se de Martin Luther King, um grande nome para a conquista da igualdade racial nos Estados Unidos. Verifica-se, então, que ficar parado não é a solução, mas sim, lutar contra o racismo todos os dias, da sua maneira. “A injustiça em qualquer lugar é uma ameaça à justiça em todo lugar.” – Martin Luther King.
Conclui-se, então, que uma forma de solucionar o problema com discriminações raciais seria o governo, através do Ministério da Educação e do Ministério da Cidadania, promover eventos e movimentos antirracismo, com o intuito de proporcionar a população negra, que compõe cerca de 54% da população brasileira segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), uma certa igualdade, onde os negros possam andar nas ruas sem medo de serem xingados ou ofendidos devido à sua cor de pele, ou pela característica de seu cabelo.