ENEM 2016 - 2ª Aplicação - Caminhos para combater o racismo no Brasil

Enviada em 27/08/2021

É inegável que o racismo e a injuria racial ainda ocorrem, segundo Tom Ford, “Vivemos com um calendário de moda e sistema que são de outra era”. Falta visibilidade e oportunidades à população negra, que sofre pela herança histórica da escravidão, que apenas mudou a forma de exploração, por uma falsa “condição de trabalhador livre”. As taxas de analfabetismo, criminalidade acordoe e mortalidade são as mais elevadas.

Com o fracasso da sociedade em corrigir desigualdades raciais, fica claro que “é mais fácil desintegra um átomo do que um preconceito”, Albert Einstein, e como “quem quer que controle a mídia, as imagens, controla a cultura” – Allen Ginsberg – e “A representatividade é vital, sem ela a borboleta rodeada por um grupo de mariposa vai continuar sendo mariposa”, Rupi Kaur, torna-se primordial mais destaque em filmes, sites e livros para comunidade negra.

Visto que as ações afirmativas, em seus três tipos, dependem de uma divulgação positiva, plataformas digitais, fóruns on-line, podcasts e outros meios, são oportunidades para a disseminação da cultura, um exemplo disso é o site “Feira Preta”, que, originalmente, era um brecho e se tornou o maior evento de cultura negra da América Latina. De acordo com Bobby Sealei: “ A melhor maneira de lutar contra o racismo é a solidariedade.

Conclui-se, portanto, que com o objetivo de minimizar os casos de injuria racial e racismo, é dever da mídia dar uma ampla visibilidade e representatividade por meio de plataformas e meios de comunicação e informação; Divulgar cultura, para reverter a representação negativa; Divulgar e promover oportunidades de trabalhos e estudos, para reduzir as taxas de analfabetismo; Diminuindo, assim as desigualdades, discriminação e mortalidade da população negra deste país (Brasil).