ENEM 2016 - 2ª Aplicação - Caminhos para combater o racismo no Brasil
Enviada em 23/09/2021
Desde o descobrimento do Brasil, em 1500, veio sua colonização e junto com isso a escravidão de negros africanos e indígenas. Sendo assim, o Brasil desde sua a nascença trazendo um caráter racista, onde o branco português era superior ao negro. Desta maneira, desde sua criação o Brasil carrega intereções sociais decorrentes desta época. Sendo portanto, caminhos para o combate do racismo no Brasil, a conscientização do racismo e a valorização de interações sociais como meio de trazer empatia e compaixão entres os indivíduos.
A princípio, a sociedade brasileira não se considera racista, mas isso se dá pela falta de consciência coletiva dos brasileiros de que existe um mal, chamado racismo. Como uma banalização do mal, como aborda a filósofa, Hannah Arent, onde a irreflexão pode causar a alienação da realidade. Sendo portanto, a sociedade brasileira banal ao racismo, onde não existe a conscientização desse fato e portanto há uma alienção da realidade, onde atos racistas ocorrem diariamente e é visto como algo normal e natural. Por isso a necessidade de conscientizar a nação brasileira sobre o racismo, sobre atos racistas e que isso é um mal na sociedade.
Portanto, em um mundo onde tudo é fluído e ocorre de forma extremamente rápida, as interações sociais também sofreram consequências, tais como: as pessoas não se importarem mais com as outras e nem criarem laços afetivos entre si. Isto reflete também ao combate do racismo, pois segundo o filósofo ¨Bauman¨ vivemos numa modernidade líquida, onde as relações também são líquidas. Sendo assim, indíviduos que não possuem empatia nem compaixão um pelo outros, alimentando ainda mais preconceitos como o racismo, pois se houvesse uma relação sólida e mútua de amor pelo próximo, preconceitos não seriam aceitos e portanto seriam erradicados do Brasil.
Concluí-se que, as instituições brasileiras de ensino tragam palestras de conscientização do racismo e tragam a valorização das interações sociais trazendo empatia e compaixão entre as pessoas, afim de despertar nos brasileiros a consciência de um mal existente, o racismo, não banalizando o mal, como a filósofa Hannah Arent aponta e sim trazendo a consciência do mal, afim de assim combater o racismo no Brasil.