ENEM 2016 - 2ª Aplicação - Caminhos para combater o racismo no Brasil
Enviada em 28/09/2021
Segundo a Constituição Federal de 1988, todos são iguais perante a lei. Entretanto, na prática, a realidade é diferente, uma vez que a marginalização de pessoas negras é um problema persistente no Brasil. Diante disso, nota-se que medidas são necessárias para combater esse crime que diariamente afeta de forma nociva a vida das vítimas.
Em primeira análise, é importante ressaltar que segundo a teoria da tábula rasa, do filósofo inglês John Locke, o indivíduo nasce como uma tela em branco, preenchida por suas experiências e influências. Nesse viés, é indubitável que a família e a escola exercem forte influencia durante o processo educacional do ser humano, o qual molda seu pensamento com base no que lhe é ensinado. Por isso, é importante que desde cedo, pais e professores eduquem as crianças sobre os malefícios do racismo na sociedade, para que cresçam influenciados a não disseminarem preconceito, respeitando a todos de forma igual.
Em segunda análise, cabe pontuar que segundo o físico Albert Einstein, “é mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito”. Essa frase deixa evidente a dificuldade em romper com certos paradigmas enraizados na sociedade, dentre eles, o racismo. Diante disso, é perceptível que esse crime acarreta diversos problemas na vida das vítimas, como a discriminação, bullying e exclusão de ambientes sociais e de trabalho, uma vez que muitas empresas optam por funcionários brancos. Portanto, medidas são necessárias para erradicar esse problema desumano da sociedade, a fim de que todos vivam de forma igual.
Em suma, caminhos para combater o racismo no Brasil devem ser reforçados. Para isso, é dever da família, juntamente com a escola, promover debates semanais com os estudantes, sobre os malefícios que o preconceito racial oferece à sociedade, a fim de formar pessoas justas e que não disseminem ódio. Ademais, cabe à mídida informar a sociedade, através de comerciais, dos horrores que esse crime fomenta na vida das vítimas, a fim de conscientizar a população de que todos são iguais.