ENEM 2017 - Desafios para a formação educacional de surdos no Brasil

Enviada em 29/09/2018

Em conformidade com o poeta Carlos Drummond de Andrade, “Tinha uma pedra no meio do caminho”. Nesse contexto, percebe-se que a formação educacional de surdos se encontra deturpado no Brasil. Com isso, ao invés de funcionar como um país sem obstáculos, seja pela carência de investimentos nas escolas ou a intolerância com os surdos.

Em primeira análise, cabe pontuar que pessoas com insuficiência auditiva, sofrem com a baixa qualidade no ensino, como a falta de investimentos governamentais de professores qualificados, e uma melhor estrutura física. Além disso, grande parte da sociedade não tem conhecimento sobre o assunto por não necessitar, o que perpetua para o ingresso da pessoa surda na sala de aula. Outrossim, convém frisar que, os brasileiros surdos, sofrem com ações preconceituosas, seja pela família, com dificuldade de aceitação, além da pratica de bullying na sala de aula, e que as impressas consideram inaptos para tal função.

No entanto, esses atos de intolerância, nota-se como o Estado não cumpre com seus deveres proteger de qualquer ato de violência, e como o Brasil discrepância a melhor qualidade no ensino para pessoas surda, como descrito pela Constituição de 1988. Contudo, por analogia ao filosofo grego Aristóteles, que afirmava: “A educação tem raízes amargas, mas os seus frutos são doces”. Dessa forma, vê-se que cabe não só ao Ministério da Educação, mas também à ajuda da família, distanciar dificuldades no ensino com projetos educacionais, como por exemplo, apresentações artísticas e atividades lúdicas a respeito dos direitos e igualdade dos surdos. Com o propósito de conscientizar adultos e crianças. Desse modo, a sociedade terá vantagens no futuro e terá menos empecilho.

Dessarte, para atenuar a problemática, é imprescindível que o Governo, consonância com o Ministério da Educação, as Mídias e a Secretaria da Segurança Pública, crie aplicativos e sites com uma ouvidoria pública, para receber denúncias anônimas, além de permitir fazer publicações de lugares em que já ocorreram ato de discriminação ou escolas incapaz de assegurar a educação para os surdos, assim serem investigados, através de uma ampla divulgação midiáticas, que inclua propagandas televisas, entrevistas em jornais e debates entre professores e alunos. Dessa forma, a ação iniciada no presente, seria capaz de modificar um futuro amargo e como advertiu Drummond, sem pedras, na sociedade brasileira.