ENEM 2017 - Desafios para a formação educacional de surdos no Brasil
Enviada em 19/03/2019
Na Grécia antiga, as crianças nascidas em Esparta, apenas por serem deficientes, eram jogadas de penhascos pois não consideravam-as úteis para a sociedade. Desde então, até os dias de hoje, é perceptível a exclusão de pessoas que possuam algum tipo de deficiência. Logo, é necessário reverter esse pensamento do passado e agir a fim de que essa situação mude e seja possível formar os surdos sem qualquer tipo de preconceito.
Em primeiro plano, nota-se a falta de estrutura de muitas escolas públicas brasileiras para educar os alunos que possuem deficiência auditiva. Por exemplo, a falta de professores que saibam libras e possam auxiliar os alunos nas atividades escolares. Assim, muitos pais não têm opção de unidades escolares para seus filhos que por consequência acabam ficando à margem da educação sem poder exercer o seu conhecimento.
Ademais, o preconceito citado anteriormente é predominantemente no âmbito escolar. Alunos e até mesmo funcionários inferiorizam as pessoas com déficit audivo, oprimindo-os e julgando-os como se não fossem capazes de realizar as mesmas atividades que uma pessoa “normal” faria. Assim, não dando oportunidade aos surdos e deixando eles incapacitados.
Conclui-se que já não se vive mais em séculos passados onde absurdamente matavam crianças deficientes. Logo, é preciso incluir o surdo-mudo na sociedade começando pelo ministério de educação que pode oferecer cursos de capacitação à professores através dos cursos de libras e deixá-los aptos a lidar com essas pessoas que precisam de atenção especial para que sejam capazes de atingir a formação. Além disso, as empresas devem incluir essa minoria no mercado de trabalho e aceitá-los como trabalhadores capazes de atuar em suas funções independente da sua deficiência.