ENEM 2017 - Desafios para a formação educacional de surdos no Brasil
Enviada em 26/04/2019
Em meados do século XIX, o cientista inglês Alexander Graham Bell, que, interessado em ajudar no tratamento de surdez da mãe, inventou o telefone. Desde então essa invenção evoluiu bastante ao longo tempo e se popularizando em quase 50% da população mundia, infelizmente o mesmo não aconteceu em relação à inclusão do surdo na sociedade, especialmente no sistema educacional. Portanto, é necessário que as instituições de ensino preparem uma estrutura adequada e capacite profissionais para recebê-los.
A Constituição Federal de 1988, mais precisamente no artigo 5º, temos o conceito de igualdade, a qual afirma que Todos são iguais perante a lei garantindo o direito à vida, à liberdade, à segurança. Porém, anteriormente, falado por Rui Barbosa, a igualdade não consiste apenas em tratar a todos da mesma forma, mas sim, tratar com igualdade os iguais e com desigualdade os desiguais na medida de suas diferenças. Mas a frente, ainda na Constituição Federal, temos a garantia do direito à educação para todos.
Entretanto, apenas em 2002, com a sansão de uma lei que reconhecia a linguagem brasileira de sinais como meio legal de comunicação no país e mais tarde tornou-se obrigatório nas universidades o ensino de LIBRAS na formação de professores. Este longo período sem assistência especial para deficientes auditivos, provocou um grande atraso na formação intelectual dessa parte da sociedade.
Uma forma de mudar essa realidade é incentivar os professores universitários e alunos que estão em formação a realizarem especialização em Libras através de programas do ministério da educação que promovam bolsas de estudos para estes profissionais, assim como já são feitos os programas de mestrado e doutorado nas instituições estaduais e federais.