ENEM 2017 - Desafios para a formação educacional de surdos no Brasil

Enviada em 05/10/2019

“O importante não é viver, mas viver bem”. Segundo Platão, a qualidade de vida tem tamanha importância que ultrapassa a da própria existência. Entretanto, os desafios presentes na educação dos surdos afasta o Brasil diante desse pensamento. Com isso, não só fatores como a negligência governamental, bem como a falta de profissionais aptos colaboram para a permanência dessa problemática.

Convém ressaltar, a princípio, que a inobservância estatal como um fator determinate para o problema. Segundo o filósofo Stuart Mill, a mais honrosa das ocupações é fazer o que é certo. Contudo, verifica-se, na esfera brasileira, que o Estado faz o oposto do preconizado pelo o utilitarista, uma vez que não há projetos educacionais que visem uma melhor ascensão dos surdos nas escolas brasileiras. Indubitavelmente, enquanto esse descaso permanecer, o impasse continuará intrinsecamente ligada ao território nacional.

Além disso, outra dificuldade é a falta de profissionais especializados para a educação desses indivíduos. De acordo com o filósofo grego Aristóteles, na obra “Ética a Nicômaco”, as carências acarretam mazelas sociais. Logo, percebe-se que está filosofia está presente no núcleo brasileiro, visto que a carência de profissionais que saibam como utilizar a língua de sinais dentro de uma ambiente educandário, proporciona o desafio de uma educação adequada para os portadores de surdes. Certamente, esse fator revela uma face preserva uma nação em pleno desenvolvimento.

Portanto, medidas são necessárias para solução do impasse. Então cabe ao Ministério da Educação (MEC) juntamente com a grande Mídia, desenvolver palestras e campanhas, de modo que permita o acompanhamento em lugares públicos, com objetivo de propagar a importância do investimento na área da educação para os surdos e tirar todas as dúvidas relacionas à temática, pois ações culturais coletivas têm um grande papel transformador para um país. Além de que, é dever do Estado zelar pelo o bem-estar do deficiente auditivo, por meio da especialização de profissionais perante a língua brasileira de sinais (LIBRAS), umas vez que um especialista terá melhor posicionamento para ajudar na aprendizagem desses indivíduos. Consequentemente, os surdos poderiam viver mais próximos da realidade vivida por Platão.