ENEM 2017 - Desafios para a formação educacional de surdos no Brasil

Enviada em 24/11/2020

Os desvios à inclusão social e educacional da comunidade surda é perceptível, por maiores que sejam os avanços obtidos, por meio da tecnologia ou de política de proteção a outros benefícios. Mesmo com os avanços, os surdos ainda disponíveis para serem incluídos socialmente, seja pela falta de instituições capacitadas a atender esse público ou ao despreparo dos profissionais da educação.

Como graduações, voltadas para a formação do profissional que atuará como professor, atendimento com uma defasagem enorme, e quando uma nota curricular consta como aulas de ensino de Libras, elas são apenas aulas introdutórias pouco práticas, restringindo-se a cumprir o numero de horas previsto na grade curricular, mas se preocupando pouco em formar bem os profissionais de educação que lecionarão para surdos.

A Língua Brasileira de Sinais, também conhecida como Libras, não é sequer mencionado no ensino básico, que muitas vezes contam com salas mistas em escolas municipais, onde um ou dois deficientes auditivos são integrados na mesma sala de aula de alunos que não sofrem da mesma deficiência, e muitas vezes esses alunos não tem interprete, lesando-o cada vez mais no quesito aprendizagem.

Logo, considerando os aspectos destacados, é imprescindível que seja dada maior destaque ao acesso a educação inclusiva. Portanto, o Ministério da Educação tem o dever de proporcionar uma educação plena para profissionais de educação, exigindo aulas práticas no ensino de libras e fiscalizando o desempenho e a inclusão nas escola. Dessa forma, sera naturalmente criado um ambiente inclusivo, com redução dos índices de evasão escolar por parte dos deficientes auditivos.