ENEM 2017 - Desafios para a formação educacional de surdos no Brasil

Enviada em 17/11/2020

Em 1857 foi criada a primeira escola para surdos no Brasil, pelo imperador D.Pedro II e apenas em 2002 foi que língua em libras foi reconhecida como uma língua legal no Brasil. Pessoas com má formações  sempre foram consideradas estranhas e excluídas pela sociedade, e não foi diferente no Brasil, foi preciso 303 anos para que a primeira escola de surdos fosse inaugurada em comparação a primeira escola fundada em territorial brasileiro. Mesmo com uma melhora na formação de surdos em escolas e faculdades, ainda é muito presente a luta para conseguir os mesmos ensinos, umas vez que eles compartilham apenas a experiência da escrita usada pelos professores, mas precisam de ajuda para se comunicar e receber as explicações de forma adequada.

Excluídos durante muito tempo do processo educativo tradicional, os surdos começaram, nos últimos anos, a compartilhar as salas com ouvintes em algumas escolas do País. A inclusão social dos surdos em escolas é fundamental para a formação qualificada a eles, e principalmente para o mercado de trabalho. De acordo com o site “Inclusãoja” houveram apenas nos anos de 2003 a 2010 um aumento de 105% de matriculas de deficientes auditivos em escolas comuns. É necessário que haja todo um melhoramento para a entrada e inclusão dessas pessoas em institutos educacionais, o que gera uma  maior transparecia de ensino nas escola brasileiras.

Para que haja uma melhor inclusão nas escolas com os surdos, é necessário que em salas de aulas que possui um deficiente auditivo, tenha um interprete que ira repassar para ele todas as informações  ditas pelo professor durante a aula, mesmo eles sabendo a escrita da língua portuguesa, é preciso que haja há explicação verbal para a melhor compressão. Porém, o preconceito com surdos ainda é preocupante, durante o ano de 2019, o número de alunos surdos em escolas caiu cerca de 23%, segundo o jornal Folha de Vitoria, e um dos principais motivos dessa queda foi devido a prática do bullying, por serem diferentes a outras pessoas, são fáceis alvos para essa prática.

Portanto, é notório que mesmo com um aumento de surdos em escolas, ainda há presentes diversos desafios para seu engajamento e inclusão na escola. E para reverter essa situação, é necessário que o Ministério da Educação em conjunto com a população, busque melhores formas para a entrada e inclusão dos deficientes auditivos em instituições educacionais, por meio de maneiras para qualificar professores e ajudantes para dar educação aos surdos e a implementação da língua em sinais (Libras) nas escolas e melhorar a visão desses deficientes para os outros alunos para que não haja práticas de bullying em escolas devido a diferença de comportamento.