ENEM 2017 - Desafios para a formação educacional de surdos no Brasil
Enviada em 19/11/2020
No período clássico histórico, mais precisamente nas cidades-estados de Esparta, todos os recém-nascidos que apresentavam deficiência eram assassinados porque, segundo a cultura espartana, não eram adequados para aquela sociedade. Neste caso, a integração das escolas brasileira e grega promoveu a exclusão dos deficientes auditivos na educação, verificando assim a contextualização do problema nas atuais condições nacionais.
Em primeiro lugar, a exclusão educacional de surdos deve ser analisada como um sufixo para a ineficiência da política pública nacional inclusiva. Logo, as pessoas viram a importância da educação como uma ferramenta para melhorar o status social e os métodos de desenvolvimento. Porém, o Brasil caminha na contramão do pensamento de Kant, porque vai contra a Constituição Federal em grande parte pela ordem suprema vigente, porque é difícil obter o que essa classe social precisa devido à falta de escolas públicas.
Além disso, a falta de mercado profissional para os poucos deficientes auditivos que conseguiram superar a perda de servidores públicos determina em grande parte a intangibilidade desse problema. O preconceito do setor de trabalho justifica esse processo, pois mesmo que você seja qualificado para essa posição, você não pode contratar essa parte da sociedade.
O Ministério da Educação é responsável por cooperar com os estados por meio de um programa de educação inclusiva para explicar a língua de ensino aos professores de línguas por meio de cursos em libras, e por promover reformas escolares, para que os deficientes auditivos possam se sentir compreendidos e respeitados pelo sistema governamental. Além disso, o Ministério do Trabalho pode reduzir a carga tributária das empresas privadas que desejam contratar surdos treinados e qualificados para o desempenho de suas respectivas funções, inspirando imersão e status profissional e inspirando outros.