ENEM 2017 - Desafios para a formação educacional de surdos no Brasil
Enviada em 19/11/2020
A sociedade atual marcada pelo preconceito e intolerância, sofre com a marginalização de diversas pessoas, principalmente portadoras de deficiências físicas, como os surdos. Visto que a falta de investimentos e de profissionais qualificados, impossibilita essas pessoas de receberem à educação que deveria ser garantida por direito. Logo, é necessário formar profissionais especializados e fornecer apoio e investimento as instituições parar produzir uma educação acessível a todos. Como no filme “Hamill” em que um jovem nascido sem audição tornou-se o primeiro atleta surdo a vencer um campeonato universitário nacional.
Inicialmente, sabe-se que a educação deve ser garantida a todos, já que segundo a Declaração Universal dos Direitos Humanos todo ser humano tem direito à educação. Dessa forma, ressalta-se a grande importância do ensino para surdos e pessoas deficientes, afim de melhorar a inclusão e participação desses indivíduos na sociedade como um todo, pois além do ensino regular a marginalização dessas pessoas acontece também no mercado de trabalho e em várias áreas de convívio social, justamente pela falta de conhecimento e informação dos cidadãos em relação a comunicação com essas pessoas.
Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE), é apontado que, no Brasil, mais de 10 milhões de pessoas possuem algum tipo de deficiência auditiva. Entretanto, mesmo com grande número de pessoas portadoras de deficiência auditiva, esse grupo ainda não representa grande relevância social para a sociedade, que ignora as dificuldades, as repressões e o preconceito sofrido muitas vezes pelos eles, o que dificulta ainda mais sua inserção na meio social e sua busca rotineira por aceitação.
Posto isso, sabe-se que os surdos representam cerca de 5% da população brasileira e necessitam de auxilio para quebrar a barreira que impede sua convivência em sociedade. Portanto, inicialmente deve-se haver incentivo por parte do governo para o aprendizado da Linguagem Brasileira de Sinais (Libras), sendo ofertado como segunda língua no currículo escolar e também no mercado de trabalho para facilitar e melhorar a inclusão social dessas pessoas nos âmbitos sociais. Também é importante que o governo procure investir em profissionais capacitados nas áreas de ensino e também em novos métodos didáticos para melhorar o aprendizado e a participação dos alunos.