ENEM 2017 - Desafios para a formação educacional de surdos no Brasil
Enviada em 19/11/2020
Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, existem 45 milhões de pessoas com deficiência no País. Embora a população seja grande e os direitos dessa classe social tenham aumentado, esses brasileiros não têm escolaridade completa, principalmente os surdos e mudos. Essa situação desafiadora exige que autoridades públicas e instituições formadoras de opinião tomem medidas mais eficazes para garantir uma melhor qualidade de vida aos deficientes auditivos.
De fato, a Constituição de 1988 e o último Regulamento para Pessoas com Deficiência garantem que os surdos tenham acesso à educação. No entanto, no Brasil, há uma diferença entre o conteúdo preconizado por tais instrumentos legais e a realidade de exclusão vivida pela população. Essas pessoas sofrem com a falta de livros didáticos adaptados e com a falta de qualificação profissional todos os dias, geralmente não podendo receber educação em Libra. Além disso, a maioria dos brasileiros não entende essa legislação, o que dificulta a incorporação plena do deficiente auditivo à lei e evidencia a negligência do Estado.
Além disso, segundo o pensador Vygotsky, essa pessoa é fortemente influenciada pelo seu meio, o que enfatiza que determinados setores da sociedade, como o lar e a escola, são vitais para a cidadania brasileira. Mesmo com tamanha amplitude de relevância, visto que ainda existem no ambiente escolar comportamentos discriminatórios contra surdos-mudos, como negação de admissão, segregação de turmas especiais e bullying, fica claro que esse desrespeito torna qualquer intolerância aos necessitados O comportamento se torna um crime. Necessidades especiais, inclusive surdos-mudos.
Assim, para garantir uma educação e formação adequadas aos deficientes auditivos, depende do poder público garantir uma melhor formação dos professores e materiais mais adaptados, atribuindo mais recursos ao Instituto Nacional de Educação de Surdos. Promover reportagens educativas sobre a existência da Lei da Deficiência nas redes sociais. Além disso, a escola tem a responsabilidade de garantir o incentivo adequado ao amplo diálogo entre os membros do núcleo familiar, por meio de palestras aos pais dos alunos, para que as pessoas possam refletir sobre o respeito às diferenças no ambiente familiar desde a infância.