ENEM 2017 - Desafios para a formação educacional de surdos no Brasil

Enviada em 23/11/2020

É notório que em pleno século XXI a sociedade continua menosprezando as pessoas surdas, só por terem o modo de comunicar-se diferente. A falta de acolhimento e inclusão limitar o acesso deles a oportunidades básicas, como a educação e emprego, deixando-os mais distantes de ser um cidadão normal.

Brasil, de acordo com os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), há mais de 10 milhões de pessoas com algum problema  auditivo grave ou com pouca gravidade e somente 7% tem ensino superior completo, 15% frequentam ensino médio, 46% Fundamental e 32% não estudam. Esses dados refletem a falta de despreparo das escolas que não tem suporte suficiente para garantir o ensino adequado.

A falta de estrutura das escolas como, salas de aula não adaptadas, poucos recursos didáticos e principalmente a escassez de intérpretes, mostra o descaso com essa minoria. A não inclusão da linguagem de libras como disciplina pior ainda mais o convívio social das pessoas surdas, pois ela sente-se excluidas, atrás de uma barreira que se chama comunicação.

Portanto, para acabar com essa exclusão social o Ministério Educação (MTE) poderia atribuir a linguagem de libras como disciplina obrigatória, facilitando o convívio dessa minoria na sociedade. Por meio de concursos seletivos, o MTE poderia abrir mais vagas para intérpretes, que os ajudariam nas aulas. Com isso as pessoas que têm problemas auditivos se sentiram mais acolhidos pela sociedade.