ENEM 2017 - Desafios para a formação educacional de surdos no Brasil
Enviada em 22/11/2020
Segundo o sociólogo Émile Durkheim, a humanidade configura-de como um imenso corpo biológico, o qual carece da ação de toda a estrutura para o devido funcionamento. Nesse sentido, a perseverança de atos e de valores reificantes dos deficientes auditivos - com a sua perseverante inferiorização nos espaços de relação - fere preceitos éticos e morais de composição social. Dessa forma, a sucinta e igualitária formação dos surdos pondera um panorama desafiante, seja devido à insuficiente infraestrutura, seja a partir da persistência de estigmas sociais quanto à incapacidade de encaixe no cenário brasileiro.
Em primeira análise, os deficientes auditivos vêm sofrendo discriminação pela sociedade para acessar à educação. Dessa maneira, devido a sua deficiência, à sociedade enxerga os surdos incapazes de se desenvolverem entre ela. Outrossim, o Estado, responsável pela educação contribui com essa situação, não fiscalizando se os deficientes estão tendo acesso ao direito de ser educados. Prova disso, diminuiu o número de deficientes de 2011 para 2016, matriculados no centro educacional, segundo o Inep . Também a família se encaixa nesse problema, por não impressionar esse órgão o número de surdos na escola caiu. Tudo isso demostra que à vida social dos deficientes estar sendo desafiada pelo preconceito da sociedade.
Em segunda análise, os desafios enfrentados pelos surdos dificultam a sua vida profissional. Embora o governador Dom Pedro II tenha dado o direito aos deficientes de entrarem na escola e hoje a libra seja considerada a segunda língua mais falada, os deficientes auditivos ainda enfrentam dificuldades. A exemplo disso, muitas empresas deixa de lado a capacidade e não contratam os surdos. Sendo assim, pode- se afirmar que as dificuldades que os deficientes auditivos enfrentam prejudicam o seu futuro. Pelo exposto, pode-se afirmar que os deficientes surdos brasileiros enfrentam dificuldades na sua educação .
Sendo assim, cabe ao Governo Estadual qualificar professores na segunda língua a libra, para que esses profissionais passem o seu aprendizado para os deficientes e os alunos comuns para que possam saber se comunicarem . Além disso, cabe ao mesmo órgão fiscalizar as escolas, verificando como anda a inclusão dos surdos nos centros de educação , pensando em um futuro melhor para esses deficientes. Ademais, a Família deve impressionar o poder público por meio de manifestações. Quem sabe assim, à sociedade passe a pensar com Durkheim.