ENEM 2017 - Desafios para a formação educacional de surdos no Brasil
Enviada em 23/11/2020
Em 1981, a Organização das Nações Unidas (ONU) instituiu o Ano Internacional das Pessoas com Deficiência, para que as pessoas com deficiência devam, como qualquer ser humano, debater a inclusão social. Portanto, no Brasil, discute-se a necessidade de formação de surdos e os conseqüentes desafios das instituições de ensino. Nesse sentido, vale a pena realizar as análises relevantes sobre o tema.
Ressalta-se que, segundo dados do Instituto Internacional de Planejamento Educacional (Inep), o sistema educacional brasileiro ainda não está totalmente preparado para a perspectiva de inclusão de surdos. Neste caso, verifica-se que uma infraestrutura da escola, bem como a formação dos professores, têm sido negligenciadas para os alunos, o que se contrapõe ao postulado de Aristóteles, que confirma que a moralidade tem uma conexão direta para buscar interesses comuns e, portanto, Caso a educação básica não seja incluída, o ensino superior dos surdos-mudos também será afetado, pois as pesquisas que eles tenham um bom caminho de aprendizagem quando se matricularem no futuro.
Ao mesmo tempo, na maioria dos casos, a cultura brasileira é tendenciosa. Dito isso, uma sociedade ainda carrega o estigma de surdos-mudos, o que confunde surdos-mudos com certas doenças mentais. Portanto, pode-se perceber que devido à sua formação relativamente instável, o estereótipo dessas pessoas com deficiência que ingressam no mercado de trabalho foi afetado, pois as cargas de alto desempenho são ocupados principalmente por profissionais ouvintes. A união do Regulamento proporciona igualdade de oportunidades a esses cidadãos. Portanto, percebe-se que as medidas necessárias são necessárias para garantir o surgimento das formas educativas e sua penetração na sociedade.
Nessa perspectiva, é imprescindível que o Ministério da Educação coopere com as secretarias da mesma secretaria para expandir e promover a formação e a formação de professores em libras e de nível superior por meio de escolas e palestras que recrutem profissionais. Isso garante que o treinamento de surdos seja prioritário. Além disso, é imprescindível que o Judiciário repasse multas e penalidades às empresas e entidades contratantes que não oferecem oportunidades iguais para surdos-mudos de inserção no mercado de trabalho para verificar a legislação vigente em seu estatuto. Portanto, é possível tratar esses cidadãos com cortesia, conforme recomendação das Nações Unidas.