ENEM 2017 - Desafios para a formação educacional de surdos no Brasil

Enviada em 27/11/2020

Atualmente, o mundo se encontra em frente à diversos dilemas morais e sociais, resumidos ao respeito. Todavia, esse assunto impacta no simples fato de direitos humanos supostamente garantidos a todos não serem atribuídos àqueles com condições especiais. De certo, nem todas as pessoas surdas do Brasil adquirem uma educação de qualidade, como proposto. Devido tanto aos profissionais da área da educação que não são aptos a esse tipo de trabalho, com a especialização necessária, quanto pela falta de materiais especiais dedicados aos surdos.

Posto que o professor é o responsável pela educação de muitos, faz-se necessário que ele também consiga exercer sua profissão para com os surdos. Porém, sua profissionalização é limitada, faltando-o campos de estudo como Libras, que seria uma porta de entrada para a inclusão dentro das escolas, como é previsto na Lei nº 13.146 sobre inclusão da pessoa com deficiência, de 2015.

Da mesma forma, os materiais didáticos presentes nas escolas também não dão a devida atenção necessária a essa inclusão. Visto que a surdez é uma condição física que desabilita um dos cinco sentidos do corpo, faz-se necessário o estímulo dos demais, algo que deveria estar incluso nos materiais. Não apenas, é necessário a inclusão daqueles que não se encontram nas mesmas condições, mas para que entendam como deverá ser a relação e comunicação com os surdos, como exemplo, mais uma vez, o estudo de Libras para os estudantes.

Nesse contexto, cabe ao Ministério da Educação garantir a profissionalização dos professores referente ao estudo de Libras e a como trabalhar com os estudantes surdos, através de cursos profissionalizantes, além de garantir materiais didáticos especiais e de boa qualidade. A fim de proporcionar a inclusão social dos surdos e garantir uma boa e justa educação a todos, de acordo com o que garante os direitos humanos.