ENEM 2017 - Desafios para a formação educacional de surdos no Brasil

Enviada em 28/03/2023

A surdez é a perda parcial ou total da audição de uma pessoa. Dessa maneira, as pessoas com surdez podem ou não ser oralizadas, quando não são buscam novas formas de comunicação, como a língua de sinais. No Brasil, é representado por LIBRAS, a Língua Brasileira de Sinais. Contudo, mesmo sendo um idioma oficial do país ainda tem seu acesso prejudicado pela falta da inserção do idioma na matriz educacional do país, o que dificulta na educação formal e na comunicação dos deficientes com os oralizados e, como consequência, ocasiona a exclusão social desses cidadãos.

Por LIBRAS não fazer parte da BNCC, Base Nacional Curricular Comum, mesmo sendo uma linguagem oficial do Brasil cria barreiras na educação de pessoas com deficiência auditiva no país. A carência do ensino causa exclusão educacional de parcela da população já que não permite o que o ensino educacional seja completado de forma adequada. O governo brasileiro oferece um programa de intérprete de LIBRAS para os deficientes, porém não há investimento adequado o que torna o acesso ao intérprete dificultado.

A falta de politicas públicas que garantem a obrigatoriedade do ensino no Brasil torna distante o acesso da população com a linguagem de sinais brasileira, o que acarreta na exclusão das pessoas com definciência adutitiva já que não conseguem se comunicar com os outros e nem com eles mesmos. A necessidade de comunicar-se faz com que criem novos dialetos diferente da língua oficial, criando um abismo entre o que é comunente falado com o idioma oficial, LIBRAS, essa situação seria evitada se conhecesse a língua oficial.

A dificuldade de comunicação dos surdos deve ser colocada em pauta, já que é um direito protegido na Constituição Federal, sendo de grande importância que o Ministério da Educação, o MEC, inclua na BNCC, o ensino de LIBRAS. Além de fazer parcerias com intituições especializadas na linguagem e facilitar o acesso do idioma para quem precisa. Além de conscientizar a população sem deficiência auditiva sobre a necessidade de inclui-lo no cotidiano e, dessa modo, colocar em prática o direito das pessoas com deficiência auditiva em serem incluídas na sociedade de maneira efetiva.