ENEM 2017 - Desafios para a formação educacional de surdos no Brasil
Enviada em 22/11/2017
Na sociedade contemporânea em que vivemos, o desafio da inclusão dos deficientes auditivos na educação ainda e algo a ser superado. A falta de conhecimento da língua de sinais pela população e a ausência de proficionais que estejam habilitados para auxiliar e ensinar, são barreiras que ainda permitem a pouca inclusão dos surdos ao ensino.
Em meados de 1857, durante o governo de Dom Pedro II, o primeiro contato da população com deficiência auditiva à educação surgia. Muitos anos se passaram, e mesmo com leis como a Lei nº 13.146, na qual inclui os artigos 27 e 28 que respaldam à educação aos deficientes, ainda foi realizado pouco para que o mesmo sinta-se incluído na comunidade escolar.
Além do mais, a exclusão dos surdos é muitas vezes realizada pelo não conhecimento da língua de sinais pelos que estão ao seu redor, desta forma, o mesmo é prejudicado em seu âmbito escolar e social. Pois, uma vez que muitos professores e alunos não possuem o conhecimento da linguagem de sinais, estes mesmos tem dificuldade para ensinar e interagir com o aluno. Por isso, a falta de proficionais no mercado de trabalho que sabem Libras acaba acarretando mais um empecilho no momento de apredizagem dos surdos.
Com base nos fatos apresentados, o Ministério da Educação atrelado à mídia podem criar campanhas publicitarias cujo objetivo de disserminar a inclusão do deficiente auditivo na sociedade. Enquanto ONG’s em parcerias com escolas podem promover palestras e aulas de ensino de Libras para toda a comunidade local. Ademais, o Estado pode procurar parcerias em instituições privadas a fim de realizar a capacitação de docentes e funcionários na língua de sinais brasileira.