ENEM 2017 - Desafios para a formação educacional de surdos no Brasil

Enviada em 15/11/2017

Conforme na série norte-americana Atypical (2017), um jovem estudante vive suas limitações devido ao autismo, na escola enfrenta insultos e exclusão dos colegas e em casa a superproteção da mãe. Análogo a isso, no Brasil, deficientes auditivos vivem os mesmos desafios sociais e principalmente educacionais. Nesse sentido, devem-se pontuar a importância do apoio escolar em detrimento das dificuldades de formação educacional.

Em primeiro plano, é relevante reafirmar o papel construtivo da educação para o indivíduo. A esse respeito, a escola tange o auxílio à pessoas com deficiência auditiva e por meio de suas políticas e práticas primaziam à aprendizagem do aluno principalmente com o uso da língua de sinais, isso se difundi à integração com os demais colegas, apesar de suas limitações. Por exemplo, a inclusão de surdos no Ensino Básico, sem a necessidade de restrição à instituições especiais. Ou seja, a não exclusão dessas pessoas no colegial regular faz sua normalização para com as outras.

Outrossim, nota-se entretanto, que o preconceito surge no meio escolar e se difundi dificultando a formação de surdos. Ocorre que a sociedade enraizada por padrões, excluem pessoas por suas deficiências, o que vem a gerar diminuição motivacional, problemas na aprendizagem e o não acolhimento dentre as oportunidades profissionais e de ensino. Nesse viés, leis se fazem presente e podem ajudar pessoas com problemas auditivos, como as cotas no sistema de ingresso em universidades públicas e vagas separadamente reservadas para cargos em empresas. Desta forma, garante a eles os direitos primordiais e básicos presentes na Constituição Cidadã.

Fica claro, portanto, a necessidade de caminhos para a formação socioeducacional de surdos no Brasil. É indispensável nesse sentido, que o Estado junto ao poder legislativo intensifique suas políticas educacionais à pessoas com deficiência auditiva, a fim de evitar sua exclusão ao acesso básico de formação. Ademais, a Escola com seus pedagógos devem ensinar por meio da matéria de sociologia o papel fundamental em lidar com seus diferentes, acerca de que pessoas com problemas auditivos não sofram com suas diferenças. Logo, “a igualdade só crescerá no terreno de respeito pelas diferenças”, como propõe, Gilberto Freyre.