ENEM 2017 - Desafios para a formação educacional de surdos no Brasil
Enviada em 16/11/2017
Mediante fatores em âmbitos históricos e técnicos, à partir do século XVI, a deficiência deixou de ser tratada como um problema moral e passou a ser compreendida por uma abordagem médica. Nesse sentido, há dois problemas que não podem ser negligenciados: a precariedade do ensino brasileiro para com essas pessoas e o preconceito sofrido pelos mesmos diante de nossa sociedade. Primordialmente é válido ressaltar, que existe uma certa carência do ensino brasileiro para com os surdos. Profissionais incapacitados e a falta de acessibilidade, são dois grandes desafios para uma total inclusão dos deficientes no ambiente escolar. Sob ângulo social, a falta de instrução do ensino básico até o superior, seja ela pela falta de escolas inclusivas ou negligência por parte da família, acarreta um outro grande problema, o preconceito da sociedade para com essas pessoas. Mediante os fatos elencados, a opressão simbólica da qual trata o sociólogo Pierre Bordieu: a violação aos Direitos Humanos não consiste somente no embate físico, o desrespeito está - sobretudo - na perpetuação de preconceitos que atentam contra a dignidade da pessoa humana ou de um grupo social. Mormente, adaptando a teoria darwiniana de seleção natural, onde o ser mais forte sobrevive, cabe a união de todas as camadas sociais, do Brasil hodierno, para proteger um grupo marginalizado por muitos. Portanto, medidas não necessárias para atenuar a problemática, O Ministério da Educação, junto ao Governo Federal devem unir esforços para a construção de mais escolas inclusivas, afim de formar deficientes auditivos pronto para o mercado de trabalho. Logo, a Mídia como formadora de opinião, deve difundir campanhas de inclusão para escassear casos de preconceito.