ENEM 2017 - Desafios para a formação educacional de surdos no Brasil
Enviada em 17/11/2017
Iserção social: realidade ou utopia?
“O homem não é nada, além daquilo que a educação faz dele.” Com essa frase, Immanuel Kant ressalta a importância da educação na vida do indivíduo. Desse modo, ela é responsável pelo desenvolvimento humano, tanto nas áreas de atuação social, quanto no progresso intelectual. Nesse sentido, os desafios para a formação educacional de surdos no Brasil, devem ser erradicados, através da integração social e medidas promovidas entre as diversas camadas sociais e, juntos, sociedade e governo, promover um caminho diferente ao qual vem sendo trilhado em detrimento do preconceito e exclusão. Em primeiro plano, é necessário encarar os fatores sociais que, infelizmente, integram a personalidade de alguns brasileiros: o preconceito. Ele é uma característica hóstil e primitiva que, negligência e dificulta a inserção social do deficiente auditivo nos diversos segmentos sociais. E, por isso, os portadores de deficiência tem que se adaptar ao mundo, ao invés do mundo ser adptado para eles. Previsto pela Constituição Federal, e assegurado por lei, a educação é um direito dos surdos, e deveria ser disseminado a toda população a existência da educação especial e exclusiva aos portadores dessa deficiência. Entretanto, é notório que crianças e adolescentes são matriculados em escolas comuns, o que, consequentemente, dificulta o ensino e aprendizagem. Observa-se que o governo tem tomado iniciativa para mudar a realidade atual, modificando o quadro educacional da graduação em letras e, tornando, portanto, obrigatório o domínio em libras, Língua Brasileira de Sinais. Logo, é possível analisar que medidas para incluir o portador de deficiência auditiva, já foram providenciadas. Contudo, mediante aos argumentos supracitados, é necessário, que a nação brasileira e o governo, executem as medidas cabíveis para combater os impasses para a formação educacional dos surdos. Primeiramente, é mister, que o governo crie políticas públicas que estimulem a iserção social e integração do deficiente auditivo na sociedade, através de leis que assegurem a eles, empregos nas diversas áreas de atuação que escolham formar-se. Além disso, é necessário a veiculação midiática, criando campanhas que reforcem a existência das escolas especiais e, a importância deles receberem a educação básica, por meio delas. E, por fim, as escolas - pilar fundamental na formação do caráter dos indivíduos - deve, portanto, desenvolver projetos educacionais e realizar palestras, afim de instigar o respeito, cooperação e inclusão. Só assim, a partir da segregação, a inserção social será parte da realidade brasileira.