ENEM 2017 - Desafios para a formação educacional de surdos no Brasil
Enviada em 26/11/2017
A lei número 13.146 da Constituição brasileira mostra que todas as pessoas com deficiencia tem direito a educação, entretanto as escolas têm dificuldades para atender essas pessoas por falta de profissionais e materiais adequados. Quando um cidadão, como um deficiente auditivo, consegue se formar sofre um preconceito no mercado de trabalho pelos empregadores não aceitarem as diferenças. Esses problemas sociais tem grade efeito na vida de pessoas, podendo afetar seu psicológico e suas ações futuras.
Primeiramente, por causa do fato que a primeira escola para surdos foram instaladas no Brasil no século XIX e poucos profissionais tinham acesso a linguagem de sinais tem consequências até hoje, com a falta de preparação de alguns professores e servidores e a carência de materiais especificos para os estudantes. Por isso segundo a Inep, a quantidade de matriculas desses alunos, na educação básica e especial diminuiu desde 2011 a 2016.
Outro fator, é que muitos deficientes auditivos não são estimulados a estudar por terem dificuldades de aceitação no mercado de trabalho. Muitas empresas têm preconceito com a deficiência e não contratam, costumam argumentar que o entrevistado não tem a capacitação adequada para o cargo.
A inclusão de pessoas que são surdas, portanto, podem aumentar com o governo investindo em materiais adequados que possam ajudar o aluno, em cursos de LIBRAS para profissionais que trabalham em escolas e para alunos. Campanhas na televisão para falar sobre o preconceito e o Estado incentivar empresas a contratarem pessoas deficientes. Com a inclusão em escolas e trabalho a discriminação de pessoas surdas pode diminuir.