ENEM 2017 - Desafios para a formação educacional de surdos no Brasil

Enviada em 22/11/2017

Todos os brasileiros tem direito à uma educação de qualidade, independentemente da classe social, cor da pele, etnia ou por questões de alguma deficiência física ou cognitiva. Entretanto, em alguns desse setores essa educação torna-se menos plena, principalmente em relação aos portadores de deficiência auditiva. Isso se deve a uma falta de investimentos, para o tipo de educação específica, bem como a falta de profissionais capacitados. De certo forma, há na cultura brasileira em notabilizar que não há necessidade de adequar a comunicação para a deficiência auditiva.

Em primeira instância, a constituição brasileira prevê que o deficiente auditivo tem direito à um educação de qualidade. Porém, nem todas as escolas garantem tal educação, muitas vezes devido os baixos investimentos empregados, destacando principalmente, a ausência de uma grade curricular própria, a ausência de materiais próprios, como livros em libras articulados à expressões, palavras, letra, a ausência de classes especiais para até um certo ano escolar  e professores capacitados.

Segundamente, a cultura na sociedade brasileira em não achar necessário se adequar para a comunicação com os deficientes auditivos, muitas vezes devido ao alto individualismo do mundo contemporâneo, dificulta ainda mais o processo educativo para eles. Dessa forma, é notório que são mínimas as empresas, estabelecimentos comerciais ou lojas que possuem um interprete em libras. Isso dificulta arrumar um estágio ou emprego. Assim, os surdos presenciam muitas dificuldades em desenvolver os seus talentos ou suas habilidades intelectuais na sociedade.

Então, torna-se importante um maior investimento por parte da ministério da educação, para a criação de classes especiais até o período letivo de aprendizagem da integração da língua em libras com a língua em palavras, para posteriormente adequá-los a outras salas comuns, assim haveria uma maior socialização.