ENEM 2017 - Desafios para a formação educacional de surdos no Brasil
Enviada em 23/11/2017
Clement Attlee foi o primeiro Ministro do Reino Unido, e descreveu que “A democracia não é a lei da maioria, é a lei da maioria respeitando o direito das minorias”. No Brasil, é fundamental que haja uma quebra de paradigmas e o conceito de cidadania seja ao alcance de todos. Diante dos fatos mencionados, vale analisar os desafios que os surdos enfrentam no contexto familiar e educacional, e como constroem o cenário em questão.
A família é o primeiro agente formador do indivíduo, é nessa instituição que o deficiente auditivo terá acesso as impressões do mundo e como ele o recebe. Historicamente os deficientes quando não eram escondidos pela família, tinham o papel de divertir as cortes. Segundo Confúcio, filósofo chinês, “Não corrigir nossas falhas é o mesmo que cometer novos erros”.
Quando o Estado perde o indicativo do homem como medida de todas as coisas, ele desumaniza-se e deixa de atender o bem comum para proteger classes distintas. Dessa forma, as escolas devem estar preparadas para receber o público alvo, com profissionais capacitados que viabilizem a inclusão do mesmo na sociedade.
Carlos Drummond Andrade afirmou “Não sabemos ainda o que queremos, mas sabemos o que não queremos mais”. A fim de preparar a família para a recepção do surdo, é necessária a ação do Ministério da Saúde em parceria com a Secretaria de Educação, disponibilizando agentes comunitários que através do uso de cartilhas e panfletos possam orientar as informações básicas para a família. Ademais, o Ministério da Educação deve incluir Programas de Incentivo para as Escolas que reciclarem seus profissionais e abordarem metodologias para a recepção dos surdos.