ENEM 2017 - Desafios para a formação educacional de surdos no Brasil
Enviada em 29/11/2017
No Brasil, foi somente a partir do século XVIII que indivíduos portadores da deficiência auditiva começaram a ter voz na sociedade. Porém, mesmo com a maior inclusão de tais, nas escolas do Brasil, ainda sim, havia grande preconceito e discriminação, decorrente até os dias de hoje. Relacionando-se a isso, no século XXI, existe, contudo, grande exclusão de surdos, que provoca a omissão de seus direitos e a precariedade de ensino à eles.
Na sociedade atual, surdos possuem mais espaço e reconhecimento, porém, é omitido os direitos que devem existir para eles. A inclusão nas escolas e no mercado de trabalho necessita ter maior abrangência, pois como qualquer outro indivíduo, deficientes auditivos podem ter uma vida comum, tratando a deficiência apenas como um detalhe e não como um problema que impeça-o de relacionar-se em grupos e na sociedade.
Portadores da deficiência auditiva devem ter a abordagem de conhecimento iguais a um indivíduo não portador, como principal exemplo a inclusão nas escolas, afim de obter-se um ensino digno, qualificado e especializado para tais. Todavia, na sociedade brasileira os surdos deparam-se com grandes barreiras em relação ao ensino, como a não adaptação de escolas com ensino em libras ou que possua interpretes da língua, com isso fica evidente a precariedade de ensino oferecido aos deficientes, levando a discriminação dos mesmos.
Para melhorar a educação e os desafios que os deficientes auditivos deparam-se, portanto, é necessário medidas eficazes e imediatas. Com isso, o Ministério da Educação, junto com as escolas do Brasil, devem adaptar-se ao ensino de surdos, contendo profissionais qualificados para ensiná-los todo o conteúdo passado, e devem incentivar, através de palestras, a importância que possuem no mercado de trabalho, para que assim o preconceito seja destruído e os desafios da aprendizagem sejam erradicados.