ENEM 2018 - Manipulação do comportamento do usuário pelo controle de dados na internet
Enviada em 20/09/2019
Em 2010, na Alemanha, iniciou-se a 4° Revolução Industrial, a qual retém a inserção do banco de dados como principal característica. Em face disso, tal ferramenta é usada para direcionar algoritmos aos indivíduos no meio virtual. Em conluio à isso, percebe-se que esses envios de publicidades, ora de propagandas mercantis, ora de propagandas ideológicas, exercem influência no indivíduo e manipula o comportamento do usuário na internet.
Em primeiro plano, convém analisar os impactos causados pelos bombardeamentos de anúncios de mercadorias. Segundo o co-fundador da “Apple”, Steve Jobs, a tecnologia move o mundo. Diante disso, nota-se que as empresas utilizam dessa máxima para controlar dados do usuário no meio virtual. Prova disso, é caso do criador do Facebook, Mark Zuckemberg, em 2018, o qual foi denunciado por vender informações de alguns indivíduos em seu site. Sendo assim, os empresário os quais buscam lucratividade na virtualidade, usufruem de seu capital para controlar dados de pessoas on-line e, consequentemente, manipulam-os de acordo com os seus propósitos, dessa forma, altera a conduta do ser.
Além disso, vale ressaltar as consequência do uso de bancos de dados no ramo político. Conforme o sociólogo E. Durkheim, o fato social coercitivo é aquele no qual ocorra a modulação da pessoa. Nesse aspecto, evidencia-se essa teoria, ao passo que o uso de robôs por candidatos públicos potencializa o aumento de popularidade. Prova disso, foi a campanha eleitoral de D. Trump, cujo usufrui de robôs para conquistar eleitores.
Em síntese, portanto, urge que o Poder Legislativo crie leis que punam a venda de informações virtuais para empresários, por meio de severas indenizações aos empresários que burlarem o regimento, porque é inaceitável que o usuário tenha sua privacidade violada. Em sequência, cabe ao Ministério da Educação promover palestras, com cientistas políticos, sobre a utilização de método ilegais para alteração de postura individual, para que desperte nos cidadãos uma conduta de consciência não só política, mas também tecnológica.