ENEM 2019 - Democratização do acesso ao cinema no Brasil
Enviada em 13/11/2019
Sabe-se que na antiga Mesopotâmia, contemporaneamente vista como o Iraque, houve a destruição dos Zigurates, locais que serviam de morada para sacerdotes e de auxílio no desenvolvimento da tecnologia na antiguidade, por intermédio dos frequentes conflitos experienciados em análoga localidade, o que colocou fim aos acervos culturais mais soberanos do país. Desse modo, o território brasileiro iguala-se de forma congruente a tal anuência, visto que as instituições de grande teor cultural apresentam forte precariedade devido à corrupção realizada pelos estadistas e, portanto, podem ser extintas.
Em princípio, é cógnito que a pintura “O Grito”, de Edvard Munch, é o fiel retrato do descaso político com a sociedade, em virtude de que o quadro evidencia uma imagem distorcida em quase sua totalidade, incluindo o indivíduo em desespero ao centro, menos na parte em que se encontram duas pessoas caminhando. Sob esse prisma, o autor da obra quis demonstrar a ausência de empatia dos seres humanos com o que ocorre na existência dos demais, ignorando-os integralmente. Posto isso, perfaz-se que os cidadãos carecem ser comparados ao indivíduo ao centro e os governantes com as duas pessoas caminhando, uma vez que a inexistência de afetuosidade dos regentes para com a população torna a corrupção algo de caráter fácil e impetuoso, fatores os quais exilam o corpo social e suas instituições sociais e culturais em uma inexorável irrelevância.
Diante do exposto, é inequívoco que tamanha corrupção traz consequências as quais afetam negativamente a instituição cinematográfica, já que inúmeros cinemas transparecem deveras insuficiência econômica, abandonando o acervo com infraestrutura abalável, falta de ar climatizado, banheiros em bom estado e assentos adequados. Destarte, torna-se incontestável que a ida ao cinema transforma-se em uma experiência desagradável para uma grande parcela dos indivíduos, os quais acabam preferindo, mediante a uma globalização exacerbada que permite que os cidadãos tenham acesso as obras cinematográficas em diversos websites, assistir filmes na própria residência.
Em suma, é indubitável que a democratização do cinema no Brasil encontra-se no centro das problemáticas societárias devido à corrupção. Para desatar homólogo impasse, é dever do Supremo Tribunal Federal, juntamente com a Polícia Federal, colocar um ponto final à corrupção, por meio de investigações severas com todos os políticos, a fim de que os desonestos sejam rigidamente punidos e substituídos por outros devidamente comprometidos com o bem-estar da população e que destinem o capital necessário para as instituições sociais e culturais para que melhorias sejam efetuadas. Dessa forma, os cinemas irão ser algo prazeroso para a coletividade assim como foram décadas atrás.