ENEM 2019 - Democratização do acesso ao cinema no Brasil
Enviada em 27/03/2020
Na década de 60 o cinema não era acessível para todos os brasileiros, apenas membros da classe alta. Segundo o filósofo Jonh Rawls, Alguns indivíduos já nascem com privilégios como, a condição familiar e o direito a educação de qualidade denominado de loteria natural. No entanto, a falta do cinema no cotidiano das pessoas, deixam-as sem o conhecimento histórico e social.
Uma das metas da ONU para 2030 é estabelecer o acesso à educação pública de qualidade, porém nem todos os brasileiros têm acesso à educação. Além disso, a dificuldade para assistir filmes é devido à condição financeira das famílias. Pois algumas não têm recursos para ir ao cinema. Entretanto, esse fato acontece por causa da construção social desigual do Brasil.
Outrossim, parte da população fica sem o conhecimento histórico e social do pais, somente concentrada na burguesia. No ano de 1960, o cineasta Glauber Rocha produziu filmes usando os efeitos sociais, tais como, a desigualdade e o preconceito entre classes, mas a classe popular não tinha acesso à arte veiculada pela cinema. Logo, alguns brasileiros ficam sem o saber sobre a construção do país e sem argumentação para se tornarem cidadãos críticos.
Dessa forma, o Ministério da Educação deve investir em meios para atenuar essa desigualdade no acesso à produção cinematográfica, por meio de construção de escolas nas regiões periféricas da cidade, através da contratação de profissionais de educação para disponibilizar ensino público de qualidade aos brasileiros e colocar auxílio financeiro para a população participar dos cinemas. A fim de alcançar a democratização do acesso ao cinema e amenizar os efeitos da loteria natural, segundo Jonh Rawls.