ENEM 2019 - Democratização do acesso ao cinema no Brasil
Enviada em 06/10/2020
Segundo o sociólogo Bauman, a falta de solidez nas relações políticas, sociais e econômicas é caracterizada da “modernidade líquida”, presente no século XX, principalmente no que diz respeito à democratização do acesso ao cinema no Brasil, visto que, possui como causa latente a negligência do Estado e discrepância social.
Em primeiro plano, a ineficiência governamental em dispor de forma democrática ao âmbito social, restringe aos combates iniciais da desigualdade social, seja pela dificuldade em administrar um país de tamanha dimensão, seja pela falta de interesse em promover avanços socieconômicos igualitários, em evidência, regiões afastadas de centros urbanos, onde encontram-se em estado de vulnerabilidade econômica, na qual, de acordo com o “site” “meioemensagem”, 17% da população frequentam cinemas, provando o desequilíbrio social existente.
Ademais, a aceitação por parte da população, provém de um ensino ineficaz e pela falta de imposição ao exigir direitos constatados pela Carta Magna. Na obra cinematográfica de Charlin Chaplin, conhecida como “tempos modernas”, por exemplo- demonstra severas críticas à situações precárias da classe operária no século XX. Dessa forma, sendo a arte uma mera representação da realidade, revela a importância da transmissão da informação se tornando indispensável à nação brasileira, haja vista que contribuem sobretudo para o auxílio do pensamento crítico nacional.
À vista disso, torna-se evidente que o acesso ao cinema no Brasil é um assunto vasto. Portanto, é impreterível que o Ministério da Cultura e Cidadania- órgão responsável pela manutenção e administração de instituições públicas, destine investimento a fim da ampliação do alcance do programa cultural, por meio de Diretrizes Orçamentárias. Diante disso, a sociedade brasileira terá maior contato com a arte, juntamente com o progresso democrático à todos.