ENEM 2019 - Democratização do acesso ao cinema no Brasil
Enviada em 17/02/2021
A Constituição Federal Brasileira, promungada em 1988, garante o resguardo aos direitos sociais. Dessa forma, ao se pensar na demogratização do acesso ao cinema no Brasil, é evidente que a ausência de ações governamentais e o silenciamento social são desafios a serem superados para a resolução do problema da falta de acesso. Diante desse cénario, cabe a avaliar os impasses que prejudicam a solução.
Nessa pespectiva, verifica-se que a falta de ações governamentais, intensifica a situação da democratização do acesso. Sobre isso, Aristóteles disse que a política existe para garantir a felicidade dos cidadões. Porém, percebe-se que atualmente, essa afirmação do filósofo não se faz presente, uma vez que o estado brasileiro não promove políticas públicas suficientes para garantir o acesso aos servisos básicos igualitariamente entre a população, como saúde pública, educação, emprego e transporte, aumentando a distância dos eixos sociais. É inadimissivel, portanto, que esse cenário injusto contiue a pendoar.
Além disso, o silenciamento social, ajuda essa percepção de injustiça e diferença. Esse fato comprova a tese de Martha Medeiros, renomada autora nacional, que afirma que o indivíduo silencia aquilo que ele não quer que venha a tona. Assim, Martha comprova que a falta de acesso ao cinema no Brasil é um assunto normalizado, devido o povo não terem uma política educadora de qualidade, tanto nas escolas como nos meios de comunicação, a sociedade não é informada, a ponto de buscar os seus direitos. Com isso, de modo infeliz, o silenciamento formenta a dificuldade da resolução do problema.
Logo, uma intenvenção faz-se necessária e compete ao Poder Execultivo, órgão administrador dos direitos coletivos e governador da nação, por meio dos tramites legais, realizar investimentos nos serviços sociais, visando a superação dos desafios que impedem o acesso ao cinema igualitariamente. E o Ministerio da Educação, como responsavel pelo ensino cidadão, pode por intermedio das escolas e universidades, promover campanhas e debates, com intuito de orientar as pessoas sobre seus direitos e como busca-los. Somente assim, as garantias constitucionais terão sentido pleno na sociedade.