ENEM 2019 - Democratização do acesso ao cinema no Brasil
Enviada em 10/08/2021
O crescimento contínuo das dificuldades do acesso ao cinema na sociedade brasileira é explícito. Assim, essa situação deve ser combatida pois os mais prejudicados são os cidadãos que habitam as áreas de menor economia no mercado e classes baixas. O acesso ao cinema é considerado um meio de lazer da população, e segundo os direitos humanos todos tem ao lazer. Nessa perspectiva, tornam-se interessantes certas observações sobre os principais pontos que intensificam essa problemática: A negligência estatal nos investimentos no cinema dos estados mais pobres e a falta de empatia das classes altas na ajuda pelas reivindicações de benefícios das pessoas de baixa renda.
Em primeira análise, a negligência estatal no quesito de investir no cinema em regiões mais pobres mostra-se um desafio para as pessoas mais carentes, uma vez que poucos recursos são destinados a esses locais para sanar a desigualdade em relação ao cinema. De acordo com o site “meio e mensagem”, quase toda a população que vai aos cinemas assistir à filmes assistem em suas residências também, com isso fica evidente que além da falta de democracia no cinema as pessoas também sofrem com acesso a aparelhos eletrônicos em suas residências. Consoante a isso, faz-se mister que o Estado invista minimamente no cinema nos estados e regiões mais pobres para que todos tenham seus direitos adquiridos.
Somado a isso, a escassez de empatia da elite na ajuda com os problemas sociais dos mais carentes dificulta na execução de melhorias para que todos tenham acesso ao cinema. Segundo o jornalista irlandês Geord Bernad Shaw “o progresso é impossível sem mudanças”. Analogamente, reivindicações da sociedade pela construção de salas de cinema em cidades mais humildes são necessárias para mudanças nessa área.
Diante disso, é evidente o problema. Portanto, a democratização do acesso ao cinema no Brasil apresenta barreiras preocupantes. Para amenizar esse cenário, urge que o Governo Federal invista na construção de cinemas em locais mais pobres, por meio de verbas governamentais que serão arrecadadas com impostos e serão ministradas por órgãos públicos, de modo que o cinema também incentive pessoas a correr atrás de seus objetivos e deixando a criminalidade e comodidade de lado. Objetiva-se, assim, que esse problema seja cada vez menos comum no Brasil.