ENEM 2020 - O estigma associado às doenças mentais na sociedade brasileira
Enviada em 26/01/2021
Em Memórias Póstumas de Brás Cubas, escrito por Machado de Assis, é citado: “não tive filhos, para não transmitir para as criaturas o legado da miséria humana”. Nesse contexto, pode-se assemelhar a preocupação do ser ao querer fertilizar mais um indivíduo, tendo em vista problemas, como – os estigmas associados às doenças mentais presentes na sociedade Brasileira – Ademais, tais consequências são dadas pela falta de auto capacidade do humano se desenvolver, e também da frágil mentalidade dos brasileiros. Deve-se destacar, primeiramente, desde a época do iluminismo, no século XVIII, o âmbito educacional, os alunos eram ensinados de forma que o professor passe o ensinamento, e o indivíduo atue como detentor do conhecimento. Entretanto, formando pessoas passivas, haja vista que, o desenvolvimento de um cidadão é concebido, principalmente, dentro de um centro educacional. Ora, enquanto a mentalidade de um indivíduo for passiva, ele não terá a autodidática de se desenvolver. Assim, não sendo capaz de lidar com o controle da sua própria saúde mental. Por sequência, a fraca mentalidade humana pode também causar negligências, tanto para si próprio, como também para outros ao seu redor. É indubitável o risco de patologias que o ser fica sujeito quando se tem sua saúde cerebral afetada, como exemplo, é comum a ansiedade, depressão, e até o suicídio. O site “UOL Notícias” diz que o número de suicídios cai no mundo, mas no Brasil cresce mais de 24%. Diante dos fatos supracitados, é mister que o estado tome providências. O Ministério da Educação e Cultura (MEC), deve intensificar a abordagem do eixo “doenças mentais” nas escolas. Por meio de aulas teóricas e palestras, ressaltar os principais estigmas que a saúde mental afetada pode causar. A intuição dessas práticas na educação é de suma importância, visto que o desenvolvimento humano é iniciado dentro de um centro acadêmico. O físico Albert Einstein diz que “não se obtêm a paz pela força, mas sim com a concórdia”. Seguindo esse raciocínio, instruindo os alunos na concordância oral, para que não criemos humanos com o legado do ódio.