ENEM 2020 - O estigma associado às doenças mentais na sociedade brasileira

Enviada em 23/05/2021

A banalização das doenças mentais sempre estiveram presentes na sociedade, piadas, brincadeiras e apelidos levam os portadores de necessidade especiais a uma ridicularização muitas vezes coletiva. De acordo com os estudos de Valéria Barbieri, professora de psicologia da USP, as banalizações não só são uma forma de preconceito, mas também atrapalham o diagnóstico dos profissionais da saúde. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), quase 6% da população brasileira, doença como depressão, transtorno de ansiedade e síndrome de pânico. Mesmo com altos índices, pessoas que possuem doenças que não são buscadas são classificadas como “fracas e problematicas”, muitos ainda dizem que não passam de “besteira”, “fraqueza” e “falta do que fazer”. Com o julgamento das pessoas ao redor essas atitudes se tornam um estigma social, como tudo aquilo uma marca ou um sinal imposto ao indivíduo que acaba ficando com um status inferior em comparação às demais pessoas, considerado normal diante da sociedade, o que não é o caso do sujeito estigmatizado. O levando a situações de constrangimento, falta de aceitação e muitas vezes exclusão de atividades coletivas. Por mais que muito tenha sido discutido, ainda há muita desinformação falta de aceitação e muitas vezes exclusão de diversas atividades coletivas. Por mais que muito tenha sido discutido, ainda há muita desinformação falta de aceitação e muitas vezes exclusão de diversas atividades coletivas.

Por mais que muito tenha sido discutido, ainda há muita desinformação, sendo necessária uma intervenção do Governo juntamente com os meios de comunicação, para transmitir informações sobre a importância da valorização da saúde mental e uma reconstrução de como as doenças mentais são vistas, destruindo as visões perjorativas.