ENEM 2020 - O estigma associado às doenças mentais na sociedade brasileira
Enviada em 11/11/2021
De acordo com o artigo 5 da Constituição Federal de 1988, “Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza”. Entretanto, percebe-se que a realidade apresentada no artigo não se enquadra no dia-a-dia da sociedade brasileira, em vista que as doenças mentais estão crescendo a cada dia. Desse modo, dois aspectos importantes se destacam: a desigualdade social em relação a falta de investimento monetário a saúde no Brasil e a falta de empatia com as pessoas com crise na sociedade.
Primeiramente, é indubitável que em plena sociedade atual encontra-se a falta de dinheiro investido a saúde no Brasil. Segundo dados da OMS, a maioria dos jovens entre 15 e 23 anos sofrem de doenças mentais, especificamente ansiedade e depressão. Dessa forma, evidencia-se que o Brasil necessita de políticas que utilizem medidas cabíveis para à facilidade de consultas psicológicas à população.
Outrossim, é notória a falta de empatia as pessoas com crise na sociedade, onde através disso ocorra o preconceito e certamente deixe feridas incuráveis. Nesse cenário, conforme a enfermeira e norte-americana Claire Fagin, “O conhecimento lhe dará a oportunidade de fazer a diferença”. Assim sendo, faz-se necessário que a educação procure por meios que alavanque a solidariedade a população.
Em vista dos fatos supracitados, as doenças mentais na sociedade brasileira são de total importância a ser tratado na atualidade. Nesse aspecto, cabe ao ministério da saúde em parceria público-privada, investir em clinicas psiquiátricas com custo de baixo valor monetário e que as instituições de ensino invistam em palestras solidárias, a fim de que, a população consiga ter controle de si mesmos e que todos tenham consciência de seus atos em relação ao outro. Sendo assim, nos aproximaremos da realidade apresentada na Constituição Federal e o pensamento de Claire Fagin.