ENEM 2020 - O estigma associado às doenças mentais na sociedade brasileira

Enviada em 26/10/2021

Discriminação, esteriótipos, rotulação  e desaprovação são definições de estigma que, quando associados as doenças mentais, influenciam diretamente, de uma forma negativa, no modo de vida dos indivíduos afetados, como pessoas com esquizofrenia, transtorno alimentar ou depressão.

Desde antes da chegada do coronavirus, os indices de pessoas que sofrem com transtornos de ansiedades no Brasil sempre foram os mais altos comparados com os outros paises, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o país fica em primeiro lugar no ranking, possuindo mais de 9,3% da população brasileira sofrendo com este transtorno. Mas após o início da pandemia esses números aumentaram exponencialmente, mas não só a taxa de ansiedade foi intensficada, a taxa de discriminação sobre esses indivíduos também possuiram um crescimento significativo, pois caracterizam as vítimas destas doenças como loucos ou desequilibrados.

Em torno de 1 milhão de brasileiros sofrem com esquizofrenia e segundo o site da VejaSaúde, os preconceitos relacionados a esta doença no Brasil é muito comum, já que há uma grande associação com desordem, falta de bom senso, irrespondabilidade e há pessoas que relacionam este transtorno com transtorno de bipolaridade.

O Estado juntamente com o Ministério da Saúde, órgão presente no Poder Executivo Federal, devem criar campanhas informátivas sobre as doenças mentais, por meio de vídeos, livros ou cartazes, com o objetivo de diminuir as taxas de discriminação e conscientizar a população sobre a diversidades e as formas de apoios que devemos dar aos pacientes e as vítimas que sofrem com estes transtornos.