ENEM 2020 - O estigma associado às doenças mentais na sociedade brasileira
Enviada em 10/05/2022
A Constituição Federal brasileira, promulgada em 1988, prevê a todo cidadão o direito da saúde, segurança e educação. No Brasil, entretanto, o estgima relacionado às doenças mentais vem se agravando e demonstrando uma defasagem na área da saúde o que causa impacto na sociedade. Nesse sentido, convém analisarmos suas principais causas, consequências e possível medida.
Diante tal cenário, um dos principais fatores são as redes sociais, pressão social e desinformação, tanto da família quanto do indivíduo conforme pesquisa do site BBC UK de 2020. As redes sociais vem alienando os usuários a ter uma maior valorização dos objetos e no ‘’eu’’ das redes, ou seja, o ter e a aparência são supervalozirados desprezando o eu real, a pressão social de ser cada vez melhor, superar o outro e entregar algo produtivo também são uma das principais causas. Sendo assim, o indivíduo vem ficando cada vez mais sobrecarregado e não procura ajuda de um especialista por medo e desinformação sobre o assunto.
Segundo o site de notícias G1, jovens e adultos são a maior parcela da população brasileira que podem ter algum tipo de doença mental. Uma das principais consequências é o vícios em jogos eletrônicos, principalmente em adolescentes, que suspende, temporariamente, os sentidos e causa problemas na vida real como a ansiedade e depressão, já os adultos por terem a vida mais corrida, pouco sono, preocupações externas e temerem o estigma associado a essas doenças, deixam de lado e vai acumulando cada vez mais o que acaba o sobrecarregando. Lê-se, com isso, que o refúgio não são os profissionais da área por medo, preconceito, outros vícios e, o principal, que é desinformação.
Destarte, o Ministério da saúde deve por meio de, mobilização de profissionais da saúde, mídia e órgãos relacionados, mostrar a população a gravidade das doenças mentais, com a criação de propagandas nos veículos sociais, telemedicina e locais para atendimento com especialistas na área. Espera-se, com issom a modificação dos estigmas ‘‘frescura’’ ou ‘‘frágil’’ e uma diminuição nos casos da sociedade brasileira