ENEM 2020 - O estigma associado às doenças mentais na sociedade brasileira

Enviada em 12/11/2022

Manoel de Barros, grande poeta pós-mordenista, desenvolvel em suas obres uma “Teologia do Traste”, cuja principal característica consiste em dar valor as situações frequentemente esquecidas ou ignoradas. Consoante a lógica Barrosiana, faz-se preciso, então, valorizar também às pessoas portadoras de doenças mentais no Brasil, principalmente diante do estigma associado a tais. Nesse sentido, a fim de conter os males relativos a essa temática, é importante analizar a indiferença da sociedade diante da problemática, bem como a inoperância governamental.

Primeiramente, constata-se a banalização da sociedade como promotora da pro-blemática em questão no País. Nesse contexto, a filósofa Hannah Arendt criou a ex-pressão “Banalidade do Mal”, a qual diz respeito ao fato de que as pessoas estão normalizando as mazelas sociais, ao ponto de torná-lás banais. Nessa ótica, tal teó-ria está presente no contexto brasileiro, uma vez que doenças psicológicas são taxas como frescura por pessoas desinformadas, ou sequer tem a existência notá-da diante da agenda mundial de prioridades. Desse modo, dêvido a normalização do impasse, o preconceito se agrava no meio-social.

Ademais, é válido destacar a inoperãncia governamental como fator que corrobo-ra com o problema. Nesse âmbito,o economista norte-americano Murray Rothbard pontuou que, uma parcela dos governantes, ao se orientar por um viés individualis-ta e visar o retorno imediato de capital político,negligenciam a concervação de dire-itos sociais indispensaveis. Em decorrência dessa indiligência do Poder Público, a pauta de garantir o acesso pleno a cidadania para pessoas portadoras de doenças psiquiátricas parece obsoleta. Logo, é necessário uma mudança de postura por parte do Estado ao combater á adversidade em questão.

Portanto, fica claro que o estigma associado às doenças mentais no Brasil precisa ser combatido. Para isso, o Governo Federal deverá utilizar o Ministério da Cultura para promover uma campanha de consciêntização, por meio de canais modernos de mídia como o YouTube. Nessa lógica, o intuíto é insigar em jovens e adultos brasileiros a contrução de uma postura humanitária em relação às divercidades dos indivíduos. Desse modo, esse fato apresentado não configurará uma “Banalidade do Mal”