ENEM 2020 (Reaplicação) - A falta de empatia nas relações sociais no Brasil
Enviada em 07/03/2021
Karol Conká, ex-participante do reality show “Big Brother Brasil”, foi protagonista de ataques xenofóbicos, racistas e preconceituosos aos outros jogadores. Sua falta de empatia demonstrada no programa, resultou na quebra de contratos milionários e de parcerias. Nos dias atuais, muito se discute sobre a escassez de empatia nas relações sociais do Brasil. Assim como Karol, muitos brasileiros estão submetidos à violência, agressão e preconceito ao outro quando não se há empatia.
Primeiramente, é válido destacar que a falta de empatia é fundamental para que os maiores males aconteçam. Segundo o site “Revistapazes”, o homem furta, rouba e violenta os demais por não saber “ser o outro”. A desempatia é capaz de tornar a humanidade mais egoísta, individualista, insana e menos humana. Sob esse viés, pode-se concluir que a falta de empatia ocorre antes do preconceito, da violência e das contradições entre a população.
Além disso, crimes de ódio pelo Estado brasileiro também são conseguintes pela falta de empatia humana. De acordo com o artigo do ano de 2018 do site “Gênero e Número”, o Brasil vivencia casos de preconceitos ligados à raça, orientação sexual, religião, origem e gênero. Contudo, nota-se que o principal fator pela desempatia acontecer, é a diferença entre os indivíduos.
É mister que o Estado tome providências para superar o impasse do quadro atual. Nesse âmbito, cabe ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicação (MCTI), incluir a diversidade brasileira por meio da mídia, propaganda e cartazes com o intuito de promover o reconhecimento por parte de toda população do ser diferente ao seu. Somente assim, todos poderão ter uma maior aproximidade daqueles que antes não possuíam, pois o intuito do projeto é justamente aproximar a população brasileira. Desse modo, a diferença territorial alcançada por todos, terá como resposta menos casos como de Karol Conká, que não possuía convívio e tolerância a costumes e jeitos diferentes dos dela. Logo, com inclusão da diversidade, o reconhecimento do outro terá como validação a empatia aos demais.