ENEM 2020 (Reaplicação) - A falta de empatia nas relações sociais no Brasil

Enviada em 16/03/2021

O assassinato de George Floyd em 2020, nos Estados Unidos culiminou protestos em todo o mundo - manifestações essas, que lutavam contra o assassinato de negros e negras. Não só essas pessoas aderiram a estas lutas, como também, indivíduos de todas as raças. No entanto, a falta de empatia nas relações sociais no Brasil continua sendo um entrave na vida da sociedade. Desse modo, é indubitável que essa problemática seja resolvida, com o intuito de apoiar as pessoas que sofrem com disparidades, e também, desenvolver uma sociedade mais unida.

Em primeiro argumento, vale analisar como a vida das pessoas afetadas por tal detrimento poderia evoluir com o apoio da sociedade como um todo. Nesse contexto, é possível fazer uma análise nas manifestações de proporção nacional que ocorreram em 2019, quando o presidente Jair Bolsonaro anunciou o corte nas bolsas de pesquisas para universidades públicas. Nesse momento, não apenas estudantes protestaram, mas também, diversas pessoas que perceberam a gravidade da situação. Logo, é possível entender como esse sentimento fomentou uma ação nas pessoas que não estavam diretamente envolvidas na conjuntura, mas tomaram uma providência contra a problemática.

Ademais, é necessário debater sobre como a empatia nas relações sociais criam uma sociedade mais justa e unida. Nesse quadro, é pertinente citar as ações que os indivíduos praticam para ajudar pessoas em situações precárias - tal como a criação de ONG’s que distribuem remédios e cestas básicas destinadas às pessoas que não tem condições de comprá-los. Essas ações certamente aproximam ainda mais os indivíduos em classes sociais distintas, desenvolvendo uma sociedade mais conectada.

Tenod em vista os argumentos supracitados, é incontrovertível a necessidade de propiciar ações que mitiguem a problemática. Portanto, cabe ao Ministério da Educação produzir aulas voltadas ao tema de cidadania e sociologia, com o intuito de educar a juventude para uma sociedade mais empática. Ademais, essas escolas devem - sempre que possível - elaborar visitas a ONG’s e organizações que lutem pelos direitos humanos, com o fito de reforçar a importância da empatia nas relações sociais. Somente assim, a sociedade brasileira crescerá junto como um todo, e ações ativistas - como protestos contra a morte de pessoas negras - serão apoiadas por grande parte da população.