ENEM 2020 (Reaplicação) - A falta de empatia nas relações sociais no Brasil

Enviada em 20/03/2021

Promulgada pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 1948, o artigo um da Declaração Universal dos Direitos Humanos garante que todos os seres humanos nasçam livres e iguais em dignidade e em direitos.

Conquanto, a falta de empatia nas relações sociais se faz presente como um fator que impossibilita que uma parcela da populção desfrute desse direito na prática. Diante dessa perspectiva, cabe avaliar os que os favorecem.

Precipuamente, é fulcral pontuar que a evolução da problemática deriva da baiza atuação dos setores governamentais no que concerne à criação de mecanismos que coíbam tais recorrências. Segundo o filósofo polônes, Zygmunt Bauman, a falta de solidez nas relações sociais, econômicas e políticas é a principal característica da ‘‘modernidade líquida’’ vivida no século XXI. Devido à falta de atuação das autoriedades, a falta de empatia espalhou-se pelo país de forma calamitosa.

Outro ponto que merece atenção está relacionado às consequências geradas por esse contexto. Dados divulgados pela pesquisa desenvolvida pela estudante de Psicologia da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) Giselle Pessoa revela que 42,6% dos jovens apontam déficit de empatia e 31,1% mostraram ter alguma dificuldade no desenvolvimento de relações afetivas. É inadimissível encarar tais fatos num país como o Brasil.

Portanto, indubitavelmente, medidas são necessárias para a solução dos problemas gerados pela falta de empatia. Dessarte com o intuito de mitigar a problemática, necessita-se urgentemente que o Ministério da Educação (MEC), introduza uma subdisciplina desde as séries inciais, sobre empatia com o próximo, com a ajuda do Conselho Nacional da Educação, para que a falta de empatia seja ensinada da maneira correta para que os futuros cidadões brasileiros ulitilem na prática. Dessa maneira o Brasil poderá superar a falta de empatia nas relacões sociais.