ENEM 2020 (Reaplicação) - A falta de empatia nas relações sociais no Brasil
Enviada em 07/04/2021
Sendo uma doença que não escolhe gênero, raça ou classe social, mais comum do que se possa imaginar atingindo todas as faixas etárias, os transtornos psicológicos podem acarretar sérios problemas ao longo da vida, não apenas de quem os possuí, como também de seus familiares e amigos. Visto que conviver com uma pessoa que sofre de algum tipo de transtorno mental, leve à intenso, tem que acima de tudo respeitar a pessoa, suas crises e seu espaço, quando lhe solicitado.
Existem muitas causas, sendo as mais comuns, os transtornos que surgem após algum trauma, como estupro, abandono, luto, ou frustração. Uma pessoa com ansiedade/depressão, pode muitas vezes não recorrer a algum tipo de ajuda, e fazer o possível para que o mínimo de pessoas possível saibam de sua condição psíquica, desse modo, se sujeitando a deixar suas emoções à desestruturarem, e leva-las, a realizar ações insanas, levando muitas vezes ao suicídio.
Grande parte da população que possui algum desses transtornos acaba se punindo, se automutilando, pelo fato de acreditarem que a dor física é mais admissível do que a psicológica. O que acarreta ao surgimento de estigmas na sociedade brasileira ao longo da vida.
Não basta apenas uma faixa amarela à cada esquina da cidade, um mês decretado “Mês da Prevenção ao Suicídio”. Unidades Básicas de Saúde(UBS) deveriam oferecer um serviço gratuito de apoio com todos os recursos possíveis para que um maior número de pessoas pudesse recorrer à um devido tratamento, não somente quem possuí transtornos, como seus familiares, que necessitam de um guia, para entender como lidar com a situação, faze-los entender que “Depressão não é frescura.” e “Depressão não é falta de Deus.” Doenças psicológicas, transtornos mentais são tão reais quanto um infarto, ou um derrame, e por mais que não sejam visíveis, existem sim. Não é brincadeira quando se trata de vidas, quando estamos falando no futuro da sociedade brasileira. Elaborando projetos eficientes, como é o caso do Centro de Valorização à Vida (CVV - 190), podemos salvar mais pessoas, e acabar de vez com os estigmas associados às doenças mentais na sociedade brasileira.