ENEM 2020 (Reaplicação) - A falta de empatia nas relações sociais no Brasil
Enviada em 25/03/2021
Policarpo Quaresma, protagonista de Lima Barreto, do clássico livro ´´ O triste fim de Policarpo Quaresma `` , sempre teve com característica mais marcante um nacionalismo ufanista, acreditando em um país utópico. Dessa maneira, fora da ficção, o problema da falta de empatia nas relações sociais no Brasil torna o mais distante do imaginado pelo personagem. Nesse contexto, a falta de política públicas e a exclusão social mostra-se como principais fomentadores dessa problemática.
Diante desse cenário, é preciso destacar a falta de políticas públicas como impulsionador dessa temática. De acordo com Abraham Lincoln, ´´ A política existe para servir o povo e não ao contrário``. Entretanto, no Brasil, essa firmação não se faz presente, uma fez que as autoridades competentes não têm empatia nenhuma com a população de áreas marginalizadas e rurais, como o acesso à saúde, educação e programas de alimentos, deixando vários em situações precárias. Logo, sem um governo que não tem empatia, o fato será completamente utópico.
Além disso, é válido ressaltar a exclusão social como um dos problemas dessa situação existente. Segundo uma pesquisa realizada pelo ´´IBGE``, cerca de 59% da população entre adutos, jovens e crianças são segregadas do seu meio social. Nesse sentido, em pleno século 21 vem almentando a exclusão nas escolas e trabalho por falta de se colocar no lugar de outras pessoas que tão passando por momentos difíceis na vida. Dessa forma, a consequência é que muitos sofrem de depressão por não ter um ombro amigo nessas horas.
Portanto, é dever do Tribunal de Contas da União, òrgão maxímo pelo controle de gasto, elaborar junto com o Estado a construção de hospitais, escolas e programas alimentícios, por meio de verbas governamentais, com a finalidade que o Brasil se torne um país mais acolhedor. Ademais, cabe ao Ministério da Educação,instância responsável pelo aspecto educacionais, criar estratégia para acabar com a falta de empatia, por intermédio de palestra desde a infância, com o objetivo de ser um país companheiro.