ENEM 2020 (Reaplicação) - A falta de empatia nas relações sociais no Brasil

Enviada em 21/04/2021

A Primeira Revolução Industrial, ocorrida na Inglaterra, foi marcada pelas péssimas condições de trabalho dos operadores das máquinas, entre elas: a falta de segurança e a longa jornada de expediente. Além disso, mulheres, crianças e homens obtinham salários desiguais, mesmo desempenhando a mesma função.

Em primeiro lugar, destaca-se que os colonos do Brasil consolidadaram uma política individualista no país, marcada não só pela escravidão e imposição da religião católica, mas também pela chegada da família real, que obrigou muitos habitantes a cederem suas casas para o abrigo da corte. No entanto, o etnocentrismo europeu não é o único registro de repúdio ao próximo na história brasileira, visto que, consoante dados do site Gênero e Número (2018), o crime de ódio “feminicídio”, ocorre em todas as unidades federativas brasileiras; exemplificado no caso da atriz Daniella Perez, em 1992.

Em segundo lugar, ressalta-se que os problemas não se resumem apenas a individualização do ser humano. Hodiernamente, a falta de empatia da sociedade corrobora para os atos de furto, escravidão e homicídio, deslegitimando o artigo 1ª da Declaração universal dos Direitos Humanos, que declara “Todos os homens nascem livres e iguais em dignidade e em direito”. Por conseguinte, a falta da racionalização do outro tornou necessário a criação de leis que garantam ao menos a punição do réu, caso não aja de forma empática.

Portanto, medidas são necessárias para resolver o impasse. O Ministério da Cidadania, em parceria como o Ministério da Justiça devem promover a diminuição dos crimes de ódio e violência na população brasileira, aumentando a pena do criminoso, por meio de um projeto de lei entregue à Câmara Dos Deputados.