ENEM 2020 (Reaplicação) - A falta de empatia nas relações sociais no Brasil
Enviada em 22/04/2021
No livro “Passarinha” é narrado a vida de Caitlin, que possuia a síndrome de Aspenger, mas com ajuda de uma orientadora ela busca promover a empatia com seus colegas de escola e seu pai, mesmo com uma deficiência que afeta a capacidade de socialização. Análogo a essa obra literária, é factual a importância de colocar-se no lugar do outro e ajudar, mas obstante a realidade brasileira, a falta de empatia é caracteristica nas relações sociais. Desse modo, óbices como a pouca discussão sobre o assunto e o individualismo humano promove e intensifica a falta de empatia.
É indubitável que o diálogo proporcionaria uma influência maior nos nichos socias para disseminar a empatia. Nesse viés, de acordo com a escritóra britânica Virgínia Woolf as relações humanas, mesmo com evoluções tecnológicas e cientificas, continua irracional, símile à isso, a falta de empatia gera consequências para sociedade tupiniquim como falta de pessoas em trabalhos voluntários, bullying e crimes de ódio. Sob esse aspceto, tais problemáticas bastante frequentes no território brasileiro poderiam ser evitadas com o ensino da empatia em âmbitos escolares e de trabalho viabilizando ajuda de quem precisa e gerando sensibilidade na sociedade brasileira.
É inegável, ainda que, o individualismo exacerbado presente na nação verde amarela inibe ações empaticas para a parcela estratificada da população. Nesse contexto, o termo “Sociedade líquida” de Zgymunt Bauman aplica-se na modernidade brasileira, visto que com a falta de empatia acentua-se o individualismo social no qual os indivíduos promovem ações apenas visando seu favorecimento confirmando, assim, a volatividade humana. Perante o exposto, nota-se que o individualismo é uma amálgama na sociedade que não busca ensinar e aprender sobre empatia, mas apenas olhar para sí, e a falta de ações empaticas contribui para um país mais desigual, o que intensifica o termo de Bauman.
Observa-se, então, a empatia deveria ser implantada na sociedade brasileira mas que impasses como não dissertar sobre o assunto e o individualismo presente na sociedade impedem de ser disseminadas. Para tanto, é preciso que o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos promova nas mídias sociais propagandas e projetos sobre empatia. Isso ocorrerá por meio de propagandas na internet, telivisões e rádios sobre o projetos voluntários e como isso ajuda na vida de pessoas mais necessitadas, podendo participar qualquer pessoa e por meio de lives nas redes sociais do Ministério promover debates sobre empatia na sociedade e sua importância. Dessa forma, os óbices que inibem a promoção da empatia serão solucionados e a sociedade aprenderá sererm mais empaticos e, logo, como Caitlin de “Passarinha” a sociedade entenderá o benefícios da empatia.