ENEM 2020 (Reaplicação) - A falta de empatia nas relações sociais no Brasil
Enviada em 01/05/2021
De acordo com George Shaw, dramaturgo irlandês, o progresso e impossível sem mudança, e aqueles que não conseguem modificar nada. Nesse sentido, tal pensamento pode ser associado à necessidade de avanço da mentalidade atual em relação à falta de empatia nas relações sociais no Brasil, para que assim, seja possível atingir o pleno funcionamento do corpo social. Dessa forma, cabe a análise acerca dos fatores que influeciam a problemática, com enfasê no aumento de crimes de ódio e no preconceito.
Em primeira análise, deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater crimes de ódio. Desse modo, a problemática vem permeando na sociedade, principalmente, em determinados grupos socias que lideram índices de tais crimes. Essa conjura, seguindo as ideias do filósofo contratualista Jonh Locke configura-se como uma violação do “contrato social”, já que o estado não cumpre sua função de garantir que os cidadãos desfrutem de direitos indispensáveis como a segurança, o bem-estar, o que infelizmente é evidente no país.
Ademais é fundamental apontar a falta de empatia, e individualismo de parte da população como impulsionador no Brasil. Segundo filosofo Emilié Durkheim, a sociedade moderna teria mais estados anômicos devido ao individualismo crescente e falta de consciência coletiva. Diante de tal exposto, é notório que esse problema gera indiferenças entre indiviuos, seja pela sua orientação sexual, sua origem, ou por sua etnia. Logo é inadmissível que esse cenário continue a pendurar.
Deprende-se portanto, a necessidade de se combater esse obstáculo. Para isso, é imprecridível que o governo federal, por intermédio do mistério dos direitos humanos, promovam programas socioeducativos para pessoas que foram sentenciadas por crimes de ódio, a fim de propor a conscientização e o respeito. Paralelamnte, é imperativo que haja a inclusão na grade escolar de aulas recorrentes com temáticas voltadas ao respeito e empatia. Assim, se consolidará uma sociedade mais homogênea, onde o estado desempenha corretamente seu “contrato social”, tal como afirma Jonh Locke.